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Construção de alto padrão

Aos 26 anos, empresa é reconhecida como a construtora das lojas de grifes de luxo como Louis Vuitton, Diesel e Rolex; avança no segmento corporativo com projetos de escritórios para empresas como Google, LinkedIn e Goldman Sachs; assina projetos residenciais de altíssimo luxo e ingressa no segmento de edifícios com o mesmo padrão de qualidade que a levou a ser conhecida e convocada por arquitetos como Marcio Kogan, Isay Weinfeld, João Armentano e Claudio Bernardes.

A Lock Engenharia (www.lock.com.br), uma das mais renomadas construtoras do País, com quase 2 mil obras concluídas ao longo de seus 26 anos, está alçando novos voos e recentemente começou a diversificar seus negócios para o mercado predial, além de já ter começado a estruturar também sua atuação em negócios imobiliários.

O avanço para novas frentes na medida em que agrega novos talentos ao seu time está no DNA da construtora, que ao longo da sua trajetória venceu grandes desafios até fortalecer seu alicerce para se firmar como uma referência e sinônimo da construção de alto padrão.

A história da Lock começou em 1986, quando o jovem engenheiro Marcello Pessoa se viu diante de um dilema. Depois de 5 anos adquirindo experiência no comando de obras nas construtoras JHS e ENIEF e de ter tentado, sem sucesso, empreender em uma empresa de engenharia patrimonial chamada Lock Engenharia de Segurança, que deu origem ao nome da construtora, ele não desejava mais ser executivo e nutria o sonho de ter seu próprio negócio. Foi então que suas cunhadas decidiram montar uma doceira e sua mulher sugeriu que assumisse a obra, surgindo a primeira oportunidade para plantar a semente da Lock.

O caminho até o sucesso não foi nada fácil. Marcello começou o escritório timidamente, em uma casa emprestada e capital inicial praticamente zero. Em pouco mais de um ano, a empresa já tinha seis estagiários e tocava dez projetos. Mais um ano, em 1988, e o quadro chegou a 160 funcionários. Neste momento, Marcello convidou um amigo de infância, Eduardo Menezes, para ajudá-lo na gestão das obras. Tudo ia muito bem até que veio o Plano Collor, em 1990, que paralisou as obras, estancando o faturamento da construtora.

"Tentamos segurar por um tempo, mas não tivemos saída e fomos obrigados a desligar a maioria dos colaboradores. Convidei o Eduardo para ser meu sócio no momento mais difícil da empresa. Ele aceitou o desafio, financiamos a dívida por dez anos e começamos tudo de novo. Em 1996 já tínhamos pago tudo e conseguimos dar uma grande virada"€, lembra Marcello Pessoa.

"€œRecordo que, de toda estrutura que tínhamos, ficamos apenas eu, o Marcello e três estagiários. Para tornar as coisas ainda mais difíceis, nosso escritório foi assaltado duas vezes e levaram nossos poucos computadores. Até que surgiu a oportunidade de construir uma loja de móveis do tio do Marcello na Gabriel Monteiro da Silva, a House Garden, projetada pelo arquiteto Claudio Bernardes, que consideramos nosso padrinho. Em 100 dias a obra ficou pronta. A partir daí, não paramos mais de crescer"€, recorda Eduardo Menezes.

Com o crescimento da empresa, os dois sócios descobriram um novo talento, o jovem Daniel Gispert, que não demorou muito para se tornar o terceiro sócio e assumir a área corporativa, divisão de grande importância para empresa.

"€œTinha 21 anos quando cheguei na Lock. Inicialmente era para cuidar da área corporativa, mas passei seis anos atuando com a comercialização de lojas e residências. Lembro que o primeiro contrato que fechei foi com a FNAC, a maior loja que já tínhamos construído. Com nosso avanço no corporativo, passei a ser responsável por esta área. No ano passado, construímos 187 mil m2 de lajes para escritórios e temos crescido na esteira da chegada ao Brasil de grandes empresas globais, que nos contratam para construir suas sedes"€, assinala.

Tijolo sobre tijolo, a Lock construiu reputação que conquistou marcas de luxo, empresas líderes e arquitetos renomados e, mesmo assim, a Lock nunca mais parou mesmo de evoluir. Em pouco tempo, a empresa assinou sete grandes obras na Gabriel Monteiro da Silva e os lojistas da Oscar Freire começaram a fechar contratos para novos projetos por conta da fama de ser uma construtora confiável, que preza pela qualidade e prazo de entrega, sempre com uma gestão enxuta e eficaz.

Rapidamente, a área comercial, hoje liderada pelos sócios Gley Radelsberger Lima e Cesar Fujikawa, se tornou a construtora que mais fazia lojas no País, o que acelerou e abriu caminho para duas outras divisões: residencial e corporativa. "€œNosso trabalho no segmento comercial conseguiu unir o detalhamento de um projeto residencial com a velocidade do corporativo. Esta foi nossa receita de sucesso para conquistar tantos projetos de lojas de marcas de luxo"€, assinala Gley.

Nada menos do que 25% das lojas dos Jardins levam a assinatura da empresa. Um passeio pelo Iguatemi é como um resgate da história da construtora, que realizou o projeto de diversas lojas, entre elas as duas maiores obras do shoppings de São Paulo: a da Louis Vuitton, uma das maiores unidades da marca no mundo, e a recém-inaugurada luxuosa academia Bodytech, localizada na cobertura. Além disso, o salão de beleza Studio W e os restaurantes Le Jazz e Gero também foram construídos pela empresa.

No Shopping JK a construtora ergueu, entre outras, as lojas das relojoarias IWC e Jaeger-LeCoultre, da HStern, da joalheria Van Cleef & Arpels, da Livraria da Vila e do restaurante Forneria San Paolo. Já no Shopping Cidade Jardim levam a assinatura da Lock, apenas para citar algumas, as lojas da Louis Vuitton, da Sony, da Livraria da Vila e o restaurante Nonno Ruggero.

Já no segmento corporativo, a Lock construiu escritórios de grandes multinacionais, entre elas Google, LinkedIn, Boehringer Ingelheim e Goldman Sachs. "€œNosso atendimento personalizado aos clientes na área residencial, o acabamento detalhista da área comercial aliados com a capacidade de compras em escala e a preocupação com gestão fazem da Lock uma empresa muito competitiva para atuar no mercado corporativo. São diferenciais particulares destas diversas áreas que, somados, nos posicionam como referência neste segmento"€, diz Daniel Gispert, sócio responsável pela área corporativa.

"Nosso DNA nos permite entregar performance com um custo adequado aos projetos corporativos. E é isso que tem gerado interesse de grandes nomes da arquitetura e de grandes gestoras internacionais em trabalhar conosco, criando assim alianças de peso para a Lock Engenharia"€, diz Paulo Pimenta, sócio também dedicado ao setor corporativo.

Renato Maruxo, que complementa o trio de executivos líderes da área corporativa, concorda com Pimenta e reforça a classificação da Lock como uma empresa de performance. "O que garante nossa qualidade nas obras é nossa metodologia. Temos sete ferramentas de controle para assegurar que todas as etapas das obras sejam bem executadas. Em cada uma delas temos um indicador de performance que assegura nossa qualidade final"€, acrescenta.

No residencial, o altíssimo luxo impera em projetos para casas de sonhos construídas em bairros como Jardim Europa, Cidade Jardim, Morumbi, Vila Nova Conceição e Alphaville, entre outros, e que foram desenhadas por arquitetos como Marcio Kogan, João Armentano, Isay Weinfeld, Tiago Bernardes, Paulo Jacobsen, Patricia Anastassiadis e Fernanda Marques.

"O segmento residencial também está passando por uma revolução na Lock com a implantação de processos e metodologias com foco em gestão e investimento em novas tecnologias. Está ocorrendo um processo de verticalização no residencial com o crescimento dos edifícios de alto padrão. De olho nesta tendência, estamos estruturando uma área de serviços para cuidar do acabamento de apartamentos em parceria com arquitetos renomados. Iremos entregar tudo pronto para morar e com o padrão de qualidade da Lock"€, antecipa Fernando Grinberg, que dirige a área residencial.

No predial, foco é o segmento premium e obras sustentáveis. É o segmento mais novo da construtora, que vem demonstrando fôlego para concorrer com os grandes players já estabelecidos neste mercado, mas imprimindo sua marca, que tem como grande diferencial a excelência e o cuidado em cada detalhe na execução das obras, posicionando-a na vanguarda do mercado.

Para liderar esta área, os sócios convidaram a engenheira Fernanda Rossi, que tem na carreira passagem por grandes construtoras, como a Gafisa, onde adquiriu uma grande experiência em construções sustentáveis.

Segundo ela, um dos pilares da Lock no ramo predial é a sustentabilidade. O foco da construtora é o segmento premium, de alto padrão, trazendo para seus edifícios o mesmo cuidado e gestão detalhista que fez dela uma das empresas mais respeitadas do mercado. No momento, está administrando seis obras e continuará focada em projetos de grande porte.

"€œNão temos a pretensão de trabalhar com grandes volumes, mas com incorporadoras que desenvolvam projetos com arquitetura diferenciada. Nas nossas obras somos tão cuidadosos que, entre outras ações, temos o que chamamos de projeto toalha, em que todos os dias os funcionários recebem uma toalha limpa, lacrada e lavada de maneira sustentável. Estamos estabelecendo um novo padrão de construção no segmento predial", pontua Fernanda Rossi.

Construtora irá desenvolver projetos em negócios imobiliários e, para comandar a área de negócios imobiliários, a Lock trouxe José Roberto Dalceno, que tem passagens por grandes empresas do setor, como a Fernandez Mera, e assume como sócio-diretor uma divisão que será uma das grandes apostas da construtora para os próximos anos. "Iremos desenvolver projetos imprimindo o padrão de excelência da Lock, o que deverá gerar muitas oportunidades"€, prevê.

Segundo Rawley Martos, Diretor Administrativo-Financeiro, a construtora já iniciou um choque de gestão que irá prepará-la para crescer exponencialmente nos próximos 10 anos, ingressando em novos segmentos de mercado com o mesmo histórico de qualidade em obras de alto padrão. "€œEstamos investindo em tecnologia, treinamento e campanhas motivacionais, entre outras ações, para estruturar um novo modelo de empresa na área de engenharia"€, assinala Rawley.

"€œNosso crescimento foi decorrente da entrada em nosso time de grandes talentos. Somos uma empresa alimentada por pessoas apaixonadas pelo que fazem. Todos amamos o que fazemos e amamos a Lock. E é este nosso principal motor: a paixão. Agora, nosso sonho só estará totalmente realizado com a estruturação de novas áreas de negócios", diz Marcello Pessoa.

"Começamos a atuar no segmento predial, temos feito projetos de retrofit de construções históricas e estamos dando nossos primeiros passos em negócios imobiliários. A Lock não para!"€, avisa o presidente da Lock, antecipando um futuro de quem sabe que o sucesso não bate na porta de quem não acredita e, sim, de quem está sempre pronto para enfrentar qualquer desafio.

 

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